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Como a sua alimentação influencia na saúde do seu sistema digestivo?

Como a sua alimentação influencia na saúde do seu sistema digestivo?

O sistema digestivo, também conhecido como sistema digestório ou aparelho digestivo é composto por diversos órgãos que trabalham em conjunto e se divide em duas partes.

Uma delas é o tubo digestório, antes conhecido como tubo digestivo que se divide em três partes: alto, médio e baixo. A outra parte diz respeito aos órgãos anexos.

Veja, na tabela abaixo, os órgãos que compõem cada parte do sistema digestivo.

PartesDescrição
Tubo digestório altoBoca, faringe e esôfago.

Tubo digestório médio
Estômago e intestino delgado (duodeno, jejuno e íleo).

Tubo digestório baixo
Intestino grosso (ceco, cólon ascendente, transverso, descendente, curva sigmoide e o reto).
Órgãos anexosGlândulas salivares, dentes, língua, pâncreas, fígado e vesícula biliar.

Se alimentar de uma maneira adequada deveria ser uma norma adotada pelas pessoas no cotidiano. Entretanto, algumas pessoas acabam não cuidando muito bem da alimentação, ingerindo alimentos não muito saudáveis e até pulando refeições o que causa reações negativas no aparelho digestivo.

É comum relacionar problemas do sistema digestóriodiretamente ao intestino ou ao estômago, porém, o sistema responsável pela digestão é composto por diversos órgãos que trabalham em conjunto, como listados na tabela acima.

Esses órgãos têm o objetivo de extrair o máximo de nutrientes dos alimentos, garantindo assim a absorção de todas as substâncias nutricionais que o nosso organismo necessita.

Todos nós já reclamamos de uma queimação ou um incômodo estomacal causados pelo consumo exagerado de algum tipo de alimento. Sintomas como queimação ou azia são bem comuns, e todos nós conhecemos bem o desconforto quando a comida não cai bem.

Entretanto, se esses sinais se tornarem frequentes é preciso ficar atento para doenças que podem prejudicar gravemente a nossa saúde.

Sinais de problemas no sistema digestivo

Os sinais principais de problemas no aparelho digestivo incluem uma variedade de sintomas: dor ou cólicas no abdômen, náuseas e vômitos, perda de peso sem razão aparente, queimação estomacal, inchaço, azia, prisão de ventre, entre outros. 

É fato que alguns sintomas são banais e decorrentes de situações específicas, como um exagero pontual na alimentação, por exemplo.

Entretanto, a repetição de um ou mais sintomas demanda acompanhamento médico, com o intuito de diagnosticar uma possível infecção ou doença crônica. Sinais mais preocupantes como sangue nas fezes ou secreções devem ser rapidamente observados por um especialista.

Doenças gastrointestinais

De acordo com o Ministério da Saúde, as doenças crônicas do trato-gastrointestinal estão entre as principais causas de morte no Brasil. Além de muito graves, essas doenças variam bastante de acordo com o estilo de vida. 

A alimentação inadequada, assim como o sedentarismo, álcool e fumo são agravantes que podem levar a complicações muito sérias.

Abaixo, veja, as doenças mais comuns do sistema digestório em que a má alimentação pode ser uma das causas:

  • Prisão de ventre – Caracteriza-se pelas fezes endurecidas e dificuldade de evacuar;
  • Diarréia – Ao contrário da prisão de ventre,caracteriza-se pela perda da consistência das fezes e aumento do número de evacuações por dia;
  • Infecções intestinais – Normalmente ocorre após a ingestão de alimentos estragados, mal higienizados ou contaminados por bactérias;
  • Faringite – Infecções por bactérias ou vírus na faringe;
  • Gastrite – Caracteriza-se pela inflamação aguda ou crônica da mucosa que reveste o estômago;
  • Apendicite – A inflamação do apêndice acontece quando existe o inchaço do órgão ocasionado por tumores, fezes ou infecções virais;
  • Pancreatite – A inflamação do pâncreas, pode causar náuseas, perda de peso, pele amarelada, fria e úmida. Fezes gordurosas e dor abdominal, indicam o mau funcionamento dessa glândula.
  • Câncer – Umas das maiores causas de morte, principalmente entre os homens, o câncer de estômago e câncer de cólon se caracterizam pela formação de tumores que atacam o sistema gastrointestinal.

O bom funcionamento do aparelho digestivo mantém a sua imunidade em dia, possibilitando uma melhor defesa do seu corpo contra agentes estranhos, combatendo uma possível doença.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião em Belo Horizonte! 

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A importância da equipe multidisciplinar no tratamento oncológico

A importância da equipe multidisciplinar no tratamento oncológico



O tratamento oncológico é composto por várias etapas e para cada uma delas há um profissional especializado para oferecer o atendimento apropriado da melhor forma.

As condições podem ser diferentes para cada paciente, e esse fato torna muito importante o trabalho da equipe multidisciplinar no tratamento contra o câncer. Cada componente desta equipe desenvolve um papel essencial e de suma importância.

Desde a fase inicial de diagnóstico até o acompanhamento após o tratamento, os profissionais trabalham de forma especializada e relacionada, unindo seus conhecimentos com o intuito de formar essa equipe e assim ter mais eficiência.

Por que existe a equipe multidisciplinar no tratamento oncológico?

A medicina é um dos campos mais amplos do conhecimento humano. Um médico oncologista pode passar até 10 anos estudando até se tornar um especialista, sendo 6 anos de formação em medicina, a pós graduação em oncologia e mais 2 ou 3 anos de estágio ou residência clínica em uma instituição de renome.

Ainda assim, seria pouco provável que esse profissional conseguisse trabalhar sozinho. Por exemplo, é fundamental ter o auxílio de um enfermeiro oncologista, para intermediar e aplicar o tratamento entre médico e paciente.

Além dele, há outros profissionais envolvidos que ajudam de outra forma, como o nutricionista, que cuida da alimentação do paciente, que é um fator crucial em qualquer tipo de tratamento médico.

Para estabelecer um programa de tratamento, é necessário conhecer tudo a respeito do paciente, suas condições, tipo de tumor, medicamentos disponíveis, entre outros muitos detalhes. É por esse motivo que a equipe multidisciplinar existe.

Como é composta a equipe multidisciplinar no tratamento do câncer?

Veja, abaixo, como é composta a equipe multidisciplinar:

Médico oncologista

O médico oncologista é o responsável pela avaliação do tumor, pelo tratamento indicado, pela evolução do tratamento e pelas condições de saúde do paciente.

Ele quem determina como será conduzido e a forma do tratamento a ser aplicada, além de estabelecer se será necessário realizar cirurgia, radioterapia, quimioterapia, ou alguma outra forma de tratamento.

A resposta do tratamento também é de responsabilidade dele, onde é verificado se o mesmo está sendo efetivo ou se a forma de tratamento deverá ser alterada. 

Ademais, a avaliação dos possíveis efeitos colaterais ao longo do tratamento oncológico também é de sua responsabilidade.

 Enfermeiro oncológico 

O enfermeiro oncológico é especializado no atendimento de pacientes com câncer, na maioria das vezes é ele quem aplica o tratamento, colhe informações acerca de efeitos colaterais, acompanha os procedimentos com o paciente, avalia suas reclamações e o orienta sobre a doença.

Em relação aos efeitos colaterais, o enfermeiro especialista em oncologia deve repassar as informações para o médico, entretanto, normalmente é o próprio enfermeiro que tem o dever de registrar essas informações.  

A medicação, os curativos quando necessários e o auxílio ao paciente da forma que for necessária, dando apoio imediato às suas necessidades e solicitações também é função do enfermeiro especialista em oncologia.

Nutricionista

A alimentação é a melhor maneira de nutrir o organismo para que ele se fortaleça e reaja bem ao tratamento. Por esse motivo, o nutricionista desempenha um papel de suma importância para equipe multidisciplinar no tratamento oncológico.

É ele quem vai estabelecer a dieta do paciente, o que não é recomendado e o que deve ser ingerido, a quantidade de cada nutriente, entre outros detalhes associados à alimentação. 

Farmacêutico

O farmacêutico é um especialista em medicamentos, podendo assim avaliar a qualidade de um fármaco, seus efeitos sobre o paciente, sua composição, os fornecedores do medicamento e as reações adversas do paciente.

Atuando em conjunto com o restante da equipe multidisciplinar no tratamento contra o câncer, ele consegue ajudar a designar os melhores medicamentos a serem adotados em cada caso, a fim de minimizar riscos de reações adversas e potencializar a eficiência do medicamento.

Equipe radioterápica

Na verdade a equipe radioterápica é uma outra equipe dentro da equipe multidisciplinar no tratamento oncológico. Esta equipe é formada por cerca de 10 profissionais dedicados de forma exclusiva à radioterapia dentro da equipe multidisciplinar.

Desde o médico rádio-oncologista ou radioterapeuta, que decide a necessidade da radioterapia, até o técnico radioterápico, que opera o equipamento.

Resumo da importância da equipe multidisciplinar

Para que o tratamento seja eficaz, muitos detalhes devem ser considerados, o que torna a equipe multidisciplinar importantíssima no tratamento contra o câncer. 

Seja no tratamento quimioterápico, radioterápico, cirúrgico ou qualquer outra forma de tratamento, pois todos esses, exigem um planejamento completo.

O sucesso do tratamento oncológico vai depender das condições gerais do tumor e do paciente, além da análise e planejamento de toda a equipe. Cada profissional exerce sua importância, sendo essencial para que o tratamento seja bem-sucedido.

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Tudo o que você precisa saber sobre a endoscopia

Tudo o que você precisa saber sobre a endoscopia

Apesar de ser um procedimento seguro e realizado todos os dias, receber uma indicação de endoscopia causa um certo receio na maioria das pessoas, principalmente devido a sedação. Entender como e por que ela é feita é uma boa forma de relaxar.

Aendoscopia digestiva alta é um exame capaz de diagnosticar várias doenças do aparelho digestivo, incluindo câncer em estágio inicial.

O exame permite a visualização do esôfago, do estômago e do duodeno (início do intestino delgado). Inclusive, muitas lesões são tratadas ou removidas na hora, evitando cirurgias futuras.

Como é a preparação para a endoscopia?

Na véspera do exame, é preciso fazer uma dieta leve, evitando ingerir alimentos de difícil digestão, como carne vermelha.

O jejum de alimentos sólidos deverá ser de 8 horas e o jejum de líquidos deverá ser de 3 a 4 horas.

Caso o estômago não esteja totalmente vazio, a visualização dos órgãos será comprometida e o paciente o risco de aspirar o conteúdo do estômago para o pulmão, gerando complicações.

É possível conversar com o médico antes do procedimento?

Ao chegar no hospital, a primeira etapa do exame é a entrevista. No decorrer dela, você pode tirar todas as suas dúvidas com o médico endoscopista e com o anestesista.

Também é preciso responder todas as perguntas direcionadas a você com precisão. Elas incluem:

  • Período correto do jejum;
  • Medicamentos que usa constantemente;
  • Cirurgias prévias;
  • Problemas de saúde;
  • Alergias;
  • Última refeição.

É extremamente importante para que o procedimento seja realizado com segurança que nenhum dado seja omitido.

A endoscopia é feita com sedação venosa?

Sim, pois é um procedimento muito desconfortável que causa náuseas.

Porém a sedação tem efeito pontual, dura somente o tempo necessário para execução do exame e, logo em seguida o paciente acorda. 

Além disso, do início ao fim do procedimento, o paciente tem monitoramento cardíaco e fica ligado a uma fonte de oxigênio.

No entanto, também é possível realizar o exame sem sedativo, apenas com anestésico local na boca e na garganta. Ainda assim, o monitoramento das funções vitais é feito.

Como é feito o exame?

Após a sedação, o médico endoscopista introduz um tubo flexível muito fino, com luz e uma microcâmera na ponta (endoscópio) por meio da garganta, chegando até os órgãos do aparelho digestivo.

Tudo é observado pelo monitor de vídeo em tempo real.

Pode acontecer algum tipo de complicação durante o exame?

A endoscopia digestiva é muito segura e são bem raras as complicações.

Entretanto, pelo fato de envolver anestesia, há riscos cardiopulmonares, como paradas respiratórias, arritmias e reações anafiláticas.

Outros riscos envolvem sangramentos (após biópsia ou remoção de pólipos), perfuração e infeções causadas pela possível migração de bactérias do estômago para a corrente sanguínea.

Quais doenças o exame pode detectar?

O exame pode detectar várias doenças, mas as principais são: úlceras, gastrite, esofagites, tumores, refluxo gastroesofágico, duodenites, câncer de estômago, duodeno ou de esôfago.

Quanto tempo dura o exame?

Sendo uma endoscopia diagnóstica, é bem rápida: cerca de 10 a 15 minutos.

Já na endoscopia terapêutica, que exige algum tratamento — como a remoção de tumores ou pólipos — é difícil estimar um tempo exato, pois vai depender muito do tipo de lesão.

O que acontece após o procedimento?

A recomendação é de repouso por ao menos 30 minutos, até o paciente se recuperar dos efeitos da anestesia.

Depois disso, o paciente deve ingerir algo leve e ir para casa acompanhado, pois não é permitido dirigir.

Caso você sinta algum tipo de mal-estar acompanhado de vômito, febre e dores abdominais após a endoscopia, procure um pronto atendimento para avaliação.

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Quais os sintomas da apendicite?

Quais os sintomas da apendicite?



O quadro inflamatório-infeccioso característico da apendicite atinge mais pessoas na faixa de 20 a 30 anos de idade e pode ser seriamente grave. 

Em caso de dor aguda na parte inferior direita do abdômen, procure ajuda médica o mais breve possível, pois se a doença não for tratada a tempo, pode evoluir em algumas horas e, em situações mais graves, levar ao óbito.

O que é apendicite?

O apêndice é uma extensão pequena do intestino grosso, que serve como uma espécie de depósito para bactérias.

Sua função é ajudar na digestão dos alimentos consumidos que fazem o trajeto do sistema digestivo.

Quando o apêndice inflama, ele fica totalmente tomado por pus e pode causar uma dor abdominal implacável, gerando uma condição chamada de apendicite ou apendicite aguda.

A doença normalmente causa uma dor aguda e forte do lado direito do abdômen, na altura do umbigo.

O que é apendicite supurada?

Se trata de uma expressão utilizada para definir os casos em que a inflamação ocasionou o rompimento do órgão. 

Nessas circunstâncias, a dor é acentuada e o risco de uma infecção generalizada (sepse) acontecer é muito alto. Para que isso não ocorra, é fundamental procurar ajuda o mais breve possível.

Causas

Essa doença possui diversas causas, contudo, a mais comum é a entrada de uma quantidade de fezes (bolo fecal) dentro do apêndice, ocasionando a inflamação e irritação do órgão.

Uma infecção gastrointestinal que possibilita a invasão de bactérias no apêndice também pode causar a doença.

Sintomas

Conforme já mencionado anteriormente, o principal sintoma é uma dor forte e aguda no lado inferior direito do abdômen do paciente, normalmente bem próxima ao umbigo.

Esse é o chamado lado da apendicite, onde o órgão está localizado no corpo.

A dor pode iniciar com pontadas brandas, se intensificar e, com o passar do tempo, se tornar quase que insuportável.

Outros sintomas podem incluir:

  • Falta de apetite: esse é um dos principais sintomas da doença, mas como é comum na maioria dos quadros de infecção, torna-se um sinal indefinido;
  • Colapso do aparelho digestivo: o intestino para de funcionar;
  • Náuseas e vômitos;
  • Apatia;
  • Prisão de ventre;
  • Rigidez e inchaço abdominal.

Diagnóstico

O diagnóstico é clínico, feito com base no relato do paciente e na palpação do abdômen. 

No caso das mulheres, a inflamação das tubas uterinas, útero e ovários (anexite) também causa dor do lado direito do abdômen. Portanto, é necessário estabelecer um diagnóstico diferencial.

A tomografia e o ultrassom ajudam bastante nessa distinção.

Determinar o diagnóstico dessa doença às vezes pode ser complicado. Dessa forma, se houver suspeita de infecção, o paciente deve ser rapidamente encaminhado para realizar um procedimento cirúrgico, evitando complicações mais graves.

Tratamento

Essa doença geralmente é tratada por meio de uma remoção cirúrgica emergencial, a fim de evitar a já citada apendicite supurada, que pode ocasionar o óbito do paciente.

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Hérnia epigástrica: causas, sintomas e tratamentos

Hérnia epigástrica: causas, sintomas e tratamentos



A hérnia epigástrica é responsável por menos de 10% de todos os casos de hérnias abdominais, afetando pessoas especialmente entre 20 e 50 anos de idade, sendo até três vezes  mais comum em pessoas do sexo masculino.

É um tipo de hérnia que pode ser confundida com a hérnia umbilical, devido à confinidade que pode haver entre elas.

A diferença está apenas na região do aparecimento da hérnia, a linha média do abdômen (linha alba), que fica entre o tórax e o umbigo.

O que é?

A principal característica da hérnia epigástrica, é um tipo de buraco, que surge devido ao músculo da parede abdominal enfraquecer, acima do umbigo.

Permitindo assim, a saída de tecidos para fora desta abertura, como o tecido gorduroso, ou até mesmo parte do intestino, causando a saída de tecidos para fora desta abertura. Originando assim, uma saliência bem visível na parte de fora da barriga.

Causas

Esse tipo de hérnia pode ocorrer no nascimento, e na idade adulta é causada por um tipo de fraqueza dos músculos da parede abdominal.

Levantamento de objetos muito pesados, tosse persistente, executar trabalhos pesados que exijam grandes esforços, podem ser considerados alguns dos fatores que podem contribuir para o aparecimento dessa doença.

Sintomas

Na grande maioria dos casos, a hérnia epigástrica é assintomática, percebendo-se apenas uma protuberância acima do umbigo. Entretanto, algumas pessoas podem sentir desconforto e dor na região.

Ademais, se a hérnia aumentar de tamanho, pode acontecer a saída do intestino para fora da parede abdominal. 

Em consequência disso, pode acontecer um estrangulamento ou obstrução do intestino, que gera sintomas como vômitos, diarréia e prisão de ventre (constipação). 

Nesses casos, a cirurgia para correção do problema se faz necessária.

Tratamento

Quando sintomática, a hérnia epigástrica deve ser tratada cirurgicamente, como forma de prevenir complicações futuras.

A cirurgia pode ser realizada com anestesia local, quando a hérnia é pequena, ou geral, e consiste na reposição dos tecidos proeminentes na cavidade abdominal. 

Após o médico suturar a abertura, quando a hérnia é volumosa, é colocada uma tela na região com o intuito de fortalecer a parede abdominal e evitar que a hérnia surja novamente.

Normalmente não há necessidade de internação. Em grande parte dos casos, o paciente é liberado para casa no dia seguinte, ou no máximos dois dias após a intervenção cirúrgica.

A suspensão de esforços físicos durante as semanas iniciais e repouso devem ser respeitados. É fundamental que o paciente tenha atenção a qualquer tipo de sinal do seu corpo, apesar de infecções, lesões e dores agudas não seja comum acontecer na maioria dos casos.

Aproximadamente uma semana após o procedimento cirúrgico, o paciente deve retornar ao consultório, para o  médico avaliar como está a sua recuperação. Em casos bem raros, pode haver recidiva da hérnia.

A recomendação ao paciente é para que ele se preserve e aguarde pela cicatrização completa da cirurgia, antes de reiniciar as atividades normais do seu cotidiano.

Sendo assim, o paciente previne um possível retorno da doença e a necessidade de passar por um novo procedimento cirúrgico de hérnia epigástrica.

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Como identificar a hérnia femoral

Como identificar a hérnia femoral

A hérnia femoral é uma proeminência que surge na coxa, bem próximo a virilha, onde o canal femoral está localizado. 

O canal femoral é um caminho que leva a cavidade abdominal até a coxa. A veia, artéria e o nervo femoral passam por esse caminho. A hérnia é causada pelo deslocamento de parte da gordura abdominal e do intestino para região da virilha.

É mais comum em mulheres, geralmente é assintomática e não é muito frequente. 

O diagnóstico da hérnia femoral é realizado por meio de exame físico e ultrassom feitos pelo médico, onde são observados as particularidades da hérnia, como tamanho e se a região está inchada.

Principais sintomas

Apesar de geralmente ser assintomática, e se apresentar normalmente apenas como uma saliência na coxa próxima à virilha, os sintomas podem se manifestar como desconforto ao levantar, fazer esforço ou carregar peso.

Ademais, essa hérnia pode impedir o fluxo de sangue para o intestino, gerando um quadro grave de hérnia femoral, chamado de obstrução ou estrangulamento intestinal, cujos sintomas são:

  • Náusea;
  • Vômitos;
  • Excesso de gases;
  • Dor abdominal;
  • Cólicas
  • Diarréia ou prisão de ventre.

Se a hérnia não for corrigida através do procedimento cirúrgico, a pessoa pode correr risco de vida, devido ao comprometimento do fluxo sanguíneo. 

Por esse motivo, ao surgirem os primeiros sintomas, é de suma importância procurar auxílio médico para que o diagnóstico seja conformado.

Diagnóstico da hérnia femoral

No caso do paciente, uma forma de identificar este tipo de hérnia é observar se acontece ou não alguns dos sintomas listados acima.

Pessoas que exerçam no dia a dia um esforço muito grande e repetitivo ou que tenham nascido de partos prematuros devem ficar atentas a menor saliência que porventura venha a surgir o corpo ou algum sintoma estranho.

Já o diagnóstico médico dessa hérnia pode ser feito pelo clínico geral através de exames físicos por meios da observação e palpação da região. 

A ultrassonografia também pode ser usada para confirmação do diagnóstico e uma melhor visualização da hérnia.

Possíveis causas

Apesar de não ter uma causa específica, a hérnia femoral ocorre principalmente quando há uma condição que aumenta a pressão dentro do abdômen.

Como no caso de pessoas que levantam muito peso, fumam, estão acima do peso, possuem prisão de ventre crônica ou tosse frequente, possuem mais chances de desenvolver a doença.

Como tratar

O tratamento da hérnia femoral é determinado pelo médico e vai depender do tamanho e do desconforto que a pessoa sente. Se a hérnia for pequena e não causar nenhum tipo de desconforto, a recomendação é que haja um monitoramento periódico pelo médico.

Assim sendo, é possível programar a cirurgia para fazer a correção do problema, sempre atentando se há o aparecimento de sintomas e risco de estrangulamento.

Nas situações que a hérnia femoral já está num tamanho grande e causando muito desconforto, a indicação é a cirurgia imediata para corrigir a hérnia, devido ela apresentar chances altas de estrangulamento


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O tratamento da pedra na vesícula é sempre cirúrgico?

O tratamento da pedra na vesícula é sempre cirúrgico?



A vesícula biliar é responsável por armazenar a bile, uma substância produzida pelo fígado e que tem importante papel no processo de digestão.

No entanto, o órgão pode desenvolver a famosa pedra na vesícula, que pode ser assintomática, mas, geralmente, causa dor e desconforto abdominal.

Alguns dos principais sintomas envolvem gosto amargo na boca, inchaço abdominal, gases, vômito, intolerância aos alimentos gordurosos, náuseas e dor de cabeça.

Como são sintomas que podem aparecer em outras doenças, inclusive nos casos de intoxicação alimentar, nem sempre são associados aos cálculos biliares.

Ainda assim, como existem pacientes assintomáticos, uma consulta de rotina pode identificar o problema na vesícula e já encaminhar para o tratamento.

Tratamento clínico não apresenta bons resultados

Quando as pedras na vesícula são identificadas, o paciente recebe orientações sobre a colecistectomia, nome da cirurgia para retirada da vesícula. Isso acontece porque o tratamento clínico, feito apenas com medicação, não tem apresentado bons resultados.

Além disso, mesmo quando o paciente não apresenta sintomas, pode haver o risco de complicações. Então, mesmo não existindo urgência, o único tratamento para o cálculo biliar é cirúrgico. 

Cirurgia é indicada mesmo quando o caso não é grave

A colecistectomia é uma cirurgia simples, feita por vídeo laparoscopia ou robótica sem a necessidade de grandes cortes. A vesícula é removida por completo e a recuperação do paciente acontece, em média, em até seis dias.

Quando o caso é grave, a cirurgia é marcada com antecedência, muitas vezes com internação imediata e podem existir mais riscos, já que não há tempo para exames pré-cirúrgicos.

Agora, quando não há riscos, é possível agendar uma data para remoção da vesícula, permitindo que o paciente faça todos os exames recomendados.

Complicações caso a cirurgia seja ignorada

Uma das complicações em adiar a realização da cirurgia é a piora do quadro no paciente. Então, alguém que não apresentava sintomas pode começar a lidar com situações bastante incômodas. 

Além disso, outras complicações são a colecistite aguda, quando uma pedra gera uma inflamação como a peritonite, além do acumulo de muco na região. Outra complicação, ainda mais grave, envolve a perfuração do intestino delgado, também causada pelos cálculos biliares.

Pancreatite e colangite também estão entre doenças resultantes do não-tratamento cirúrgico da vesícula. 

Casos em que o tratamento cirúrgico não é recomendado

Apesar de a cirurgia estar como a primeira opção para tratar pedras na vesícula, existem dois casos em que ela não é recomendada. Pessoas que possuem doenças cardiovasculares graves ou cirrose hepática devem passar pelo tratamento clínico, tendo a cirurgia como última opção.

Mulheres grávidas também estão no grupo em que a cirurgia pode não ser recomendada, principalmente quando não existe urgência na retirada da vesícula. Se necessário, o tratamento deve ser feito até o primeiro trimestre da gestação.

O que acontece depois da cirurgia

Como a vesícula é retirada por completo no tratamento, o corpo irá se adaptar e aprender a funcionar sem esse órgão. Assim, é recomendado o repouso e, principalmente, mudança na alimentação, que deve ser mais leve e menos gordurosa.

Como você pode perceber, o tratamento da pedra na vesícula é quase sempre cirúrgico, já que o uso de medicamentos não têm apresentado bons resultados. Ainda assim, existem exceções. O melhor é se atentar aos sintomas e fazer check-ups constantes para identificar o problema quanto antes possível.

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Doença de Wilson: causas, sintomas e tratamentos

Doença de Wilson: causas, sintomas e tratamentos

A doença de wilson (DW) ou degeneração hepatolenticular é um distúrbio raro geneticamente determinado pelo metabolismo do mineral cobre, com predominância nas pessoas do sexo masculino.

A sua característica principal é o acúmulo de cobre nos tecidos, provocando assim, alterações no fígado, cérebro, rins e olhos (catarata, anel de kayser-fleischer). A anemia devido à destruição das hemácias (hemólise), se apresenta somente em casos graves.

Aproximadamente 50% dos pacientes apresentam sintomas neurológicos e hepáticos. A hepatite terminando em cirrose é a apresentação hepática mais frequente, entretanto, alguns pacientes podem apresentar falência hepática fulminante.

Os sintomas neurológicos mais frequentes são psicose (alteração no comportamento), demência (perda da capacidade intelectual), alterações da fala e deglutição, movimentos anormais, como tremores e contrações estranhas (distonias), coordenação motora irregular e movimentos com velocidade reduzida.

Causas

Mutações deletérias, que afetam a função, em ambas as cópias do gene ATP7B são responsáveis pela doença de wilson. Esse gene codifica um canal intracelular de cobre que possui uma função importantíssima no transporte deste mineral pelo nosso organismo.

Sua ação principal é a junção do cobre à ceruloplasmina, que vai levar o cobre às diferentes partes do corpo. Este canal também possui a essencial função na remoção do cobre das células do fígado. 

Assim como grande parte das doenças metabólicas de origem genética, a degeneração hepatolenticular apresenta herança autossômica recessiva. Assim sendo, cada irmã ou irmão de uma pessoas afetada, possui 25% de chance de também desenvolver a doença.

Enquanto que os filhos e pais de uma pessoa afetada têm uma chance muito pequena (aproximadamente 1%) de serem afetados.

Sintomas

Conforme já citado anteriormente, os sintomas apresentados pelos pacientes com a doença de wilson são consequências do depósito anormal de cobre nos diversos tecidos e órgãos.

Existe uma grande versatilidade de sintomas. Os principais são psiquiátricos, hepáticos, hematológicos e neurológicos.

Neurológicos

Os sintomas neurológicos mais comuns são os tremores, piora do controle motor fino (pode ser notado com a piora da escrita e dificuldade em movimentos que requerem precisão), movimentos involuntários de grande dimensão, alteração da marcha motora (forma de andar atípica), dificuldade de deglutição, alteração da fala, entre outros. 

Hematológicos

A anemia causada pela destruição das hemácias (anemia hemolítica), por meio do cobre em excesso é o principal distúrbio hematológico.

Psiquiátricos

A manifestação psiquiátrica mais comum observada é a depressão. Entretanto, também foram notados comportamentos compulsivos, fobias e agressividade.

Hepáticos

O fígado é o principal órgão mais afetado. Por esse motivo, podem resultar em hepatite (destruição das células do fígado), cirrose hepática já num estado da doença mais avançado e icterícia (aumento de bilirrubinas).

Outros sintomas incluem os anéis de kayser-fleischer nos olhos, alterações renais, pancreatite, osteoporose e alterações cardíacas. Existem ainda alguns sintomas inespecíficos, como, cansaço, indisposição e fadiga.

Tratamento

O tratamento é baseado em medicações que diminuem o acúmulo de cobre nos órgãos, porém, devem ser utilizados pelo resto da vida. Um dieta pobre em cobre é recomendada, então deve-se evitar nozes, cogumelos, chocolates, frutos do mar, frutas secas e fígado.

Em casos mais agudos, o transplante de fígado pode ser necessário. Medicamentos sintomáticos podem ser usados para tratar os tremores, espasmos musculares e rigidez.

Se a doença de Wilson for diagnosticada e tratada de forma adequada, as pessoas acometidas por ela podem ter uma boa qualidade de vida. No entanto, se não for tratada, ela leva a graves lesões no cérebro, fígado e até mesmo ao óbito.

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Tudo o que você precisa saber sobre a endoscopia

Tudo o que você precisa saber sobre a endoscopia

A endoscopia é um exame que possibilita, por meio de uma câmera, a visualização da parte superior do trato gastrointestinal, formado por estômago, esôfago e duodeno (parte inicial do intestino delgado).

Geralmente, este exame é solicitado quando o paciente relata dores no início do intestino delgado e na região do estômago.

Embora seja um procedimento que assuste a maioria das pessoas devido a introdução do endoscópio, a endoscopia não machuca e causa o mínimo de desconforto possível, pois é realizada sob sedação.

Para que serve

O exame é fundamental no diagnóstico de inúmeras doenças que afetam direta ou indiretamente a região. As principais, são

  • Gastrite;
  • Refluxo;
  • Úlceras;
  • Doenças infecciosas;
  • Câncer em estágio inicial e avançado;
  • Pólipos.

Ademais, o procedimento também pode atuar como um tratamento em alguns casos.

É possível, por exemplo, introduzir sondas no estômago através dela para que seja possível alimentar pessoas que estejam impossibilitadas de comer normalmente.

Também há como retirar tumores malignos e pólipos em estágio inicial ou remover objetos que tenham sido acidentalmente ingeridos.

Como é feita?

A endoscopia é um procedimento seguro e simples, que dura em média de 10 a 20 minutos e é dividida em 2 etapas: sedação e inserção do endoscópio.

O médico introduz um tubo flexível com uma câmera iluminada no paciente, para que o trajeto percorrido seja visualizado a fim de detectar qualquer anormalidade.

Para que o desconforto sentido pelo paciente seja o menor possível, no decorrer do processo podem ser aplicados 2 tipos de anestesia: sedação ou spray anestésico na garganta.

Preparo

É preciso fazer um jejum de 12h antes do procedimento e, caso haja necessidade de ingerir alguma medicação prescrita antes do exame, como remédios para hipertensão, o paciente deve tomá-la com pequenos goles d’água.

Além disso, o paciente não deverá ingerir leite e nem antiácidos.

Se o paciente for diabético, é recomendado que o exame seja marcado o mais cedo possível, pois tanto os hipoglicemiantes orais quando a insulina devem ser usados após o exame e perto da primeira refeição do dia.

Contraindicações

Apesar de não haver nenhuma contraindicação para a realização do procedimento, pacientes que têm problemas cardíacos, respiratórios e neurológicos precisam informar aos seus médicos.

Ainda, é extremamente importante informar o histórico de alergia à medicações para evitar problemas com a anestesia.

Após o exame

Depois de realizar o exame o paciente deve permanecer na sala de repouso durante cerca de 10 a 30 minutos, para que os efeitos principais da sedação desapareçam.

É normal que a garganta fique levemente irritada ou adormecida e o paciente sinta um pequeno desconforto no estômago. Sensação de congestão nasal e espirros também podem acontecer ainda que o oxigênio suplementar tenha sido recebido no decorrer do exame.

Por esses motivos, é obrigatório que haja um acompanhante disponível para levar o paciente para casa após o término do procedimento.

Por fim, o paciente não poderá beber álcool, dirigir carros e nem operar máquinas até o dia posterior, quando poderá retornar  às suas atividades normais.

Resultado

O resultado da endoscopia é colocado em um laudo e, caso a verificação não seja esclarecedor o suficiente, outros procedimentos, como biópsia e outros testes, podem ser indicados.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião em Belo Horizonte!

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Como a sua alimentação influencia na saúde do seu sistema digestivo?

Como a sua alimentação influencia na saúde do seu sistema digestivo?

Se alimentar bem deveria ser uma regra adotada diariamente. No entanto, muitas pessoas acabam descuidando das refeições, seja as pulando ou comendo algo não tão saudável e experimentam efeitos negativos no sistema digestivo.

Gases, refluxo, dores de estômago são apenas alguns exemplos. Nada mais do que sinais que seu corpo dá de que algo não está funcionando corretamente. Pode acontecer de vez em quando, se houve algum exagero, mas se for frequente, exige que você esteja alerta.

Papel do sistema digestivo

Desde o momento em que você coloca um alimento na boca o sistema digestivo já entra em ação. O estômago começa a liberar ácidos, para se preparar para iniciar a digestão.

Depois, será a vez dos intestinos absorverem o máximo de nutrientes possível. A última etapa é a eliminação do que não é importante, através das fezes.

Em média, o tempo completo para digestão e absorção de nutrientes dura cerca de 30h, mais de um dia. Por isso é tão importante saber escolher os alimentos corretos, pois são os nutrientes que vão ajudar a manter a saúde em dia.

São muitos órgãos envolvidos na tarefa de digerir os alimentos, sem contar os que atuam de forma complementar, como é o caso do fígado e do pâncreas. 

Assim, mais do que digerir, há a responsabilidade de nutrir o corpo e garantir que tudo continue funcionando bem. O que significa dizer que se há um problema gastrointestinal, você pode experimentar outras doenças que não estão necessariamente ligadas ao estômago ou intestino.

A alimentação saudável

Manter uma dieta equilibrada é indispensável para qualquer pessoa, mas se torna ainda mais importante para quem lida com alguma doença gastrointestinal. O objetivo vai além de prevenir os sintomas, mas garantir que não falte nada para o organismo.

Ainda assim, é indicado não pular refeições, programar antecipadamente o que vai comer, para evitar os excessos e se hidratar. Afinal, a água também ajuda na digestão.

Também é interessante prestar atenção a quais alimentos costumam não cair bem para você. Se nota que sente-se mal após ingeri-los, pode ser preciso reduzir seu consumo ou até substituir por outro que traga os mesmo nutrientes, mas não cause efeitos colaterais.

O que acontece quando o sistema digestivo não funciona bem

Quando algo não vai bem, e existe algum problema no processo de digestão, o corpo mostra isso através de doenças que podem ser frequentes ou ocasionais.

A diarreia, a prisão de ventre e as infecções intestinais atingem os intestinos e causam bastante incômodo. Já as gastrites acometem o estômago e dão a sensação de queimação.

No entanto, não são apenas doenças gastrointestinais que podem aparecer. Como há redução na absorção dos nutrientes, a faringite também pode ser resultado da má digestão. Inclusive, inflamações na garganta aparecem devido ao refluxo, quando parte do ácido estomacal volta para o esôfago.

Você conseguiu perceber como o sistema digestivo tem um papel importante na sua saúde? Para que ele funcione bem, tudo começa com os alimentos que você escolhe incluir em suas refeições, assim, vale a pena apostar em uma dieta equilibrada.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião em Belo Horizonte

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